quinta-feira, 18 de agosto de 2011

Poemas já esquecidos em meu computador parte III


(In)sanidade

Enjaulados em nós mesmos
Nos descobrimos entre loucos
Versos poucos
Palavra proibida
Que chega bandida
Bate fraca de porta em porta
A santa não se importa
Reza, passe, ande
E, de repente, o crime perfeito
Os olhos da santa se cegam
Os nossos se abrem
Pela loucura e o “heal”
Por nós mesmos
Por símbolos grafados em papel rascunho
Nos deparamos conjugados
Pronomes
Pré-nomes
Eu e ele
Nós

quarta-feira, 17 de agosto de 2011

Poemas já esquecidos em meu computador parte II

Carne


Corpo instigante
Beleza de Eros
Retalhos austeros
Em sintonia veronil

Visto e não visto
Entremeado e misto
De ardor e traquejo
Atraindo olhar e desejo

Face contracta
Sorriso latente
Boca saliente
A carne esculpida
Pele curtida
Onde curtem um mar de sonhos
Risonhos
Vagando a tarde vaga

Poemas já esquecidos em meu computador

Oliva
(Dedicado á Bruno Oliveira)

Entre palavras fartas
Usadas sem saber,
Reparo termos,
Retalho frases,
Custuro o que é essência.
Da cautela e razão.
Findo rindo,
Concluindo toda exaltação:
- O prazer foi meu, paixão!